De olho nas lâmpadas

As prateleiras das lojas expõem uma variedade incrível de modelos. Todos eles, porém, pertencem a uma das três famílias: incandescentes (as mais comuns), fluorescentes (as mais econômicas) e halógenas (as mais sofisticadas).
Fluorescente
A grande desvantagem é que não reproduz as cores com fidelidade, mesmo as de luz quente. A vantagem está na economia de energia e na durabilidade. O formato do bulbo pode ser tubular, redondo ou aspiral.
Incandescente
Gera luz com base no aquecimento de um filamento de tungstênio e conta com diferentes formatos de bulbo. Reproduz as cores com total fidelidade, porém consome muita energia e perde a eficiência com o tempo.
Dicróica
Tipo de halógena dotada de um refletor que joga o calor para trás, por isso produz luz mais brilhante. Com facho de luz concentrado (ângulos entre 20 e 60 graus), forma um halo sombreado na parede.
Halógena
Tipo de incandescente com gás halógeno que melhora sua performance e durabilidade (duram duas vezes e meia a mais que as incandescentes comuns). Pode ter a base do tipo bipino (como na ilustração) ou de rosquear.
Halógena palito
Lâmpada de alta potência (200, 300 ou 500 W) usada em luminárias que direcionam a luz para o teto, criando uma suave penumbra. Produz muito calor e nunca deve ser usado para iluminar obras de arte.
Halógena AR
O facho definido (com ângulos entre 4 e 24 graus) torna esta lâmpada ideal para destacar objetos especiais e obras de arte. Um contra-refletor envolve a cápsula e reduz o ofuscamento.
Halógena PAR
Assim como a dicróica, tem superfície refletora que melhora a performance. A diferença é o vidro grosso e pontilhado, que enfatiza o brilho da luz. Os modelos PAR 20 ou PAR 30 diferem no tamanho e na potência.
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Recursos
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